TREINAR
KENJUTSU
EM CASA
Todos os treinos presenciais do Instituto Niten estão suspensos em virtude do Covid-19.
Mas para distribuir a chama da Espada criamos a página "KENJUTSU EM CASA PARA TODOS".
Nela todos podem encontrar material para treinar em casa e trechos dos Momentos de Ouro do Sensei Jorge Kishikawa.
Vamos manter a energia do Corpo, Mente e Espírito em movimento!
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In Japan with Sensei 2

por Wenzel - Nihon - 24-jan-2020

IN JAPAN WITH SENSEI 2 - Senpai Wenzel

SENSEI, PROMPTLY EARLY

Promptly early, Sensei knocks on the bedroom door only once. It`s a sign that we`re leaving. It´s time to pick up the backpack already set, jump in the shoes prepared in front of the door, properly pointed out, and reach the Sensei in the corridor towards the elevator.

With the time still "confusing", I had slept a little early in the night and then spent the whole night awaken, answering emails and writing the first text of the trip. At 5:20 am Sensei called the room announcing that the day reserved four missions to be resolved, quickly enumerated each and confirmed that we would leave at 6:00 am.

It was the perfect time to finish the text, include some pictures and wear kimono and hakama.

At exactly 5:52 am, seven minutes early, Sensei knocks on the door. If he hits at 5:53, it would be six minutes plus a few seconds. To not lose even these seconds, Sensei`s early 7 minutes, are so accurate that you have a few seconds to spare. This is what we call the Sensei Time in Niten. We have in Niten always the clock set by Brasília time (GMT -3), usually marked on the cell phones and we have the "Sensei time", accurate 7 minutes early, which is the current time in Sensei`s wristwatch. And that`s what is considered when we`re with Sensei. Particularly in Gashukus and Shugyos. Yes, sometimes it`s a little confusing, I also found it very confusing. Why not keep a schedule just and score a little earlier ?! But just because of this confusion, we end up throwing more energy into the perception of time, we always have to do a little arithmetic and become more aware of the time we actually are. It works.

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In Japan with Sensei 3

por Wenzel - Nihon - 24-jan-2020

IN JAPAN WITH SENSEI 3 - Senpai Wenzel

GOOD MORNING VIETNAM!

(or "the third and final email of the trilogy of a trip to Japan with Sensei")


"Yesss! ...", "... Yesss!". Japanese speaking "yes", even in English, is different. It sounds like an "Hai!". It gets out of the HARA (guts, belly button, body energy source, KIAI`s source!), just like "hai", it`s short, firm, finished with Zanshin. I listen and enjoy the disposition of the young employee of the hotel counter, with his suit a little too big for him, greeting the foreigner: "Yesss!", "Yesss!", while Sensei checks us in speaking in nihongo, to a clumsy employee. Everyone is very fast and attentive as always, but there were four tickets for breakfast.

The breakfast in Japan is a celebration, with rice, fish, missoshiro, pickles, salad, natô, eggs and bacon (as a gift due to the foreigners), seaweed, tofu, and sometimes there is seafood pudding, a success.



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Japan / Sao Paulo, May-2018






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No Japão com o Sensei 3

por Wenzel - Nihon - 24-jan-2020

NO JAPÃO COM O SENSEI 3 - Senpai Wenzel

GOOD MORNING VIETNAM!

(ou “terceiro e último email da triologia de uma viagem ao Japão com o Sensei”)


“Yesss!...”, “...Yesss!”. Japonês falando “sim” em inglês, é diferente. É como se fosse um “Hai!”. Sai lá do HARA (entranhas, região abaixo do umbigo, fonte de energia do corpo, origem do KIAI! ), igual ao “hai”, é curto, firme, acabado com Zanshin. Fico ouvindo e curtindo a disposição do jovem funcionário do balcão do hotel, com seu terno grande demais, atender o estrangeiro: “Yesss!”, “Yesss!”, enquanto o Sensei faz o nosso checkin, em nihongo mesmo, com a senhorita novata atrapalhada. Tudo muito rápido e solícito como sempre, mas vieram quatro tickets pro café da manhã.

O café da manhã no japão é uma festa, tem arroz, peixe, missoshiro, conservas, salada, natô, ovos e baicon (de brinde por causa dos estrangeiros), algas, tofú, dependendo vem pudim de frutos de mar, um sucesso.



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Japão/São Paulo, maio-2018






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No Japão com o Sensei 2

por Wenzel - Nihon - 24-jan-2020

3 Partes: Português / Español / English


NO JAPÃO COM O SENSEI 2 - Senpai Wenzel

SENSEI PONTUALMENTE ADIANTADO

Pontualmente adiantado Sensei bate uma única vez na porta do quarto. É sinal de que estamos de partida. O momento é de pegar a mochila já arrumada, pular nos sapatos preparados em frente à porta, devidamente apontados para fora, e alcançar o Sensei no corredor rumo ao elevador.

Com o horário “confuso” ainda, eu havia dormido um pouco no início da noite e depois passei a madrugada em claro, respondendo emails e escrevendo o primeiro texto da viagem. Às 5h20 o Sensei ligou para o quarto, anunciando que o dia reservava quatro missões a serem resolvidas, rapidamente enumerou cada uma e confirmou que sairíamos às 6h00.

Foi o tempo de fechar o texto, incluir algumas imagens e vestir kimono e hakama.

Precisamente às 5h52 sete minutos adiantado o Sensei bate na porta. Se batesse às 5h53, seriam seis minutos mais alguns segundos. Para não se atrasar nem estes segundos, os 7 minutos adiantados do Sensei, são tão precisos que tem alguns segundos de sobra. É o que chamamos no Niten de Horário de Sensei. Temos no Niten sempre horário de Brasília (GMT -3), geralmente marcado nos celulares e temos o “horário do Sensei”, precisos 7 minutos adiantados, que é o horário vigente no relógio de pulso do Sensei. E é esse que vale quando estamos com o Sensei. Especialmente em Gashukus e Shugyos. Sim, às vezes é meio confuso, eu também já achei bem confuso. Porque não manter um horário só e marcar um pouco mais cedo?! Mas justo por essa confusão, acabamos jogando mais energia na percepção do tempo, temos que fazer sempre uma pequena aritmética e ficamos mais conscientes do tempo em que estamos de fato. Funciona.

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In Japan with Sensei 1

por Wenzel - Nihon - 28-jul-2018

THE CLOUDS ARE THE SAME

Minasan, after 13 years I came back to Japan following Sensei in this trip to the Samurai`s land!

We`ve left from Sao Paulo on Monday straight up to the other side of the world!

All of these years, since the first time that Sensei took me to Japan in 2002. I`ve always said that this trip is a "Chinese deal"* (oops), because we`ve paid an expensive air ticket, and then, everything in Japan is expensive, but actually it`s a bargain if considering a journey to the other side of the world!
*"Chinese deal," an expression meaning a good deal.

What should Wenzel (Uenzel*) think about Japan after 13 years? Sensei was curious, would I believe that Japan changed a lot?
I`ve agreed writing a little about this, and I share with all of you some thoughts. I apologize in advance for the size of it.
* "Uenzel" - Sensei kindly pronounces Senpai Wenzel`s name in this way.

The trip is extensive, there`s no other way. Our scale is in London.
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The clouds are the same



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En Japón con Sensei 1

por Wenzel - Nihon - 28-jul-2018

LAS NUBES SON LAS MISMAS

Minasan, ¡13 años después vuelvo a Japón acompañando a Sensei viajando a la tierra de los Samurais!

¡El lunes partimos de San Pablo hacia el otro lado del mundo!

En todos estos años, desde la primera vez que Sensei me llevó con el a Japón en 2002, siempre he dicho que ese viaje es un asunto chino (! Ops), pues pagamos un pasaje caro, después de todo, en Japón todo es caro, pero en el fondo es una ganga para ser un viaje a otro planeta!

¿Qué será lo que Wenzel (Uenzel) pensará de Japón 13 años después? Sensei estaba curioso: ¿creería que Japón cambió mucho? Decidí que voy a escribir un poco al respecto, y comparto con ustedes algunos pensamientos, gomen desde ya por el tamaño.

El viaje es largo, no hay manera. Nuestra escala es en Londres.
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Ahora el día ya aclaró aquí, hora de poner el Kimono y Hakama! as nubes son las mismas




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No Japão com o Sensei 1

por Wenzel - Nihon - 28-jul-2018



AS NUVENS SÃO AS MESMAS

Segunda feira partimos de São Paulo rumo ao outro lado do mundo!

Nesses anos todos, desde a primeira vez que o Sensei me levou consigo ao Japão em 2002, tenho sempre dito que essa viagem é um negócio da China (! Ops), pois pagamos uma passagem cara, depois, no Japão tudo é caro, mas no fundo é uma pechincha para uma viagem a outro planeta!

O que será que o Wenzel (Uenzel) vai achar do Japão 13 anos depois? Sensei estava curioso: eu acharia que o Japão mudou muito?
Combinei que vou escrever um pouco a respeito, e divido com vocês alguns pensamentos, gomen desde já pelo tamanho.

A viagem é longa, não tem jeito. Nossa escala é em Londres.
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As nuvens são as mesmas




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Amós Batista - São PauloOhayo gozaimashita, senpai.

Adorei o relato. Arigato gozaimashita por compartilhar tanta coisa para a gente.

Saionara. (Continua)

En Japón con Sensei 2

por Wenzel - Nihon - 28-jul-2018

EN JAPÓN CON SENSEI 2 - Senpai Wenzel

SENSEI PUNTUALMENTE ADELANTADO

Puntualmente adelantado Sensei golpea una sola vez en la puerta de la habitación. Es señal de que estamos de partida. El momento es de tomar la mochila ya ordenada, saltar en los zapatos preparados frente a la puerta, debidamente apuntados hacia fuera, y alcanzar el Sensei en el pasillo hacia el ascensor.

Con el horario "confuso" todavía, yo había dormido un poco al principio de la noche y luego pasé la madrugada en vela, respondiendo correos electrónicos y escribiendo el primer texto del viaje. A las 5:20 Sensei llamó a la habitación, anunciando que el día reservaba cuatro misiones a resolver, rápidamente enumeró cada una y confirmó que saldríamos a las 6:00.

Fue la hora de terminar de escribir, incluir algunas imágenes y de vestir eñ kimono y la hakama.

Precisamente a las 5:52 siete minutos adelantado, Sensei golpea la puerta. Si golpeara a las 5:53, serían seis minutos más algunos segundos. Para no retrasarse ni estos segundos, los 7 minutos adelantados de Sensei, son tan precisos que tiene unos segundos de sobra. Es lo que llamamos en Niten el Horario de Sensei. "Tenemos en Niten siempre la hora de Brasilia (GMT -3), generalmente marcado en los celulares y tenemos el" horario de Sensei ",los precisos 7 minutos adelantados, que es el horario vigente en el reloj de Sensei. Y eso es lo que vale cuando estamos con Sensei. Especialmente en Gashukus y Shugyos. Sí, a veces es un poco confuso, yo también lo he encontrado bastante confuso. ¿Por qué no mantener un horario sólo y marcar un poco antes ?! Pero justo por esa confusión, acabamos volcando más energía en la percepción del tiempo, tenemos que hacer siempre una pequeña aritmética y nos quedamos más conscientes del tiempo en que estamos actuando. Funciona.

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En Japón con Sensei 3

por Wenzel - Nihon - 28-jul-2018

EN JAPÓN CON SENSEI 3 - Senpai Wenzel

GOOD MORNING VIETNAM!

( o el "tercer y último email de la trilogía de el viaje a Japón con Sensei ”)


“Yesss!...”, “...Yesss!”. Japonés hablando “si” en inglés, es diferente. Es como si fuese un “Hai!”. Sale allá del HARA (entrañas, de la zona por debajo del ombligo, fuente energética del cuerpo, origen del KIAI! ), igual al “hai”, es corto, firme, acabando con Zanshin. Me quedo oyendo y disfrutando de la disposición del joven empleado del mostrador del hotel, con su traje demasiado grande, atender al extranjero: “Yesss!”, “Yesss!”, mientras que Sensei hace nuestro checkin, en nihongo (Idioma japonés), con la confusa recepcionista novata. Todo pasa muy rápido y solícito el desayuno como siempre, pero vinieron cuatro tickets.

El desayuno en Japón es una fiesta, tiene arroz, pescado, misoshiro, conservas, ensalada, nató, huevos y baicon (de brindis a causa de los extranjeros), algas, tofu, dependiendo viene de los frutos de mar, un éxito.



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Japón/San Pablo, mayo-2018






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Vamos fazer também?

por Thais - blog - 27-jul-2011

Temos que ir treinando logo nos narabes e nas formações durante os treinos para irmos tão bem quanto eles no Torneio de Guarulhos em 29 de outubro!

Esses rapazes são estudantes da Universidade de Ciência Esportiva do Japão, e o que eles fazem nesse vídeo é uma antiga tradição dessa Universidade, em que todos os anos os alunos que se formam fazem uma apresentação em grupo. O público se diverte e fica impressionado com  toda a rigidez dos movimentos. Esses garotos bricalhões, que vão usualmente à clubes e jogam video game, seguem as instruções do comandante perfeitamente.


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Cultura Pop Japonesa

por Thais - blog - 27-jul-2011

Mina San
Segue um vídeo sobre a Cultura Pop Japonesa.

Feito por um programa chamado Culture Japan, que tem como objetivo mostrar para o mundo como os japoneses se comportam no seu dia-a-dia. O vídeo tem várias curiosidades, mostradas de forma bem descontraída!

Mesmo esse sendo um vídeo focado na Cultura Pop, observamos nele pequenos gestos que nos fazem lembrar os Katas do Bushido.

Atenção, o vídeo tem uma hora de duração!

Divirtam-se!


Tags: ArteCultura, Japao, Pop,

Lição de Paciência e Educação dada pelas Vítimas no Japão

por Niten - Internacional - 15-mar-2011

Reportagem publicada no jornal O Globo (ver link da matéria), no caderno Mundo, em 15/03/2011 às 00h37m., enviada a nós por um aluno.



Por: Cláudia Sarmento

SENDAI, Japão - Num abrigo improvisado tomado por famílias japonesas com crianças pequenas, todos vivendo o que consideram ser os momentos mais difíceis de suas vidas, a mãe de duas meninas faz uma reverência para a jornalista estrangeira que a aborda e responde gentilmente: "Sim, posso dar entrevista. Muito prazer em conhecê-la". A moça conta sua história - seu prédio está ameaçado de desabamento, e ela não pode voltar - com um semblante cansado, mas de um jeito contido. Está sem perspectivas, mas não pede ajuda de quem ainda tem água, comida e combustível - três itens que valem ouro no nordeste do Japão - nem diz palavras que possam soar como um protesto contra as autoridades ou um lamento contra seu destino. Os japoneses estão sofrendo muito, a situação é dramática em algumas áreas, mas é impressionante a maneira ordeira como se comportam no pior dos momentos.

Em dois dias, o GLOBO percorreu 1.200 quilômetros de carro pelo interior do país, saindo de Tóquio em direção a Sendai. Filas em postos de gasolina, supermercados e lojas de conveniência são agora a principal paisagem da província de Miyagi, que contabiliza o maior número de mortos. Mas são exatamente isso: filas, e não tumultos. É uma sociedade acostumada a seguir regras, mesmo quando o que mais temem - imprevistos - acontece. Há engarrafamentos em alguns pontos das estradas, mas tentar escapar pelo acostamento, por exemplo, é uma cena impensável.

Gente que já não tem para onde voltar espera nos abrigos improvisados as próximas ordens - em silêncio. Alguns compartilham suas experiências, mas nada tem a marca do exagero. Falam baixo e pausadamente, sem atropelos. É uma das muitas regras do rígido e organizado país que, não se pode esquecer, é um arquipélago: o coletivo é mais importante do que o individual, e não se destacar - ser igual - é uma virtude. É uma filosofia que custa caro para quem quer exatamente o oposto - ser diferente - mas em momentos como este, de tragédia nacional, o resultado é exemplar.

Depois de conversar com a mãe das meninas, uma faxineira que ajudara a salvar os vizinhos de seu apartamento, arrombando uma porta de emergência que travara após o terremoto, a equipe de reportagem do GLOBO deixa o abrigo e tenta avançar em direção ao litoral. No meio do caminho, um problema é constatado: a carteira com cartões de crédito e mais de US$ 700 ficara para trás, num momento de desatenção. Os japoneses gostam de receber o cartão de visita das pessoas com quem falam e, na pressa para vasculhar a bolsa em busca dessa identificação, provavelmente a carteira caíra. A primeira reação de uma brasileira é dizer que nem adiantava voltar, era melhor cancelar os cartões e dar o dinheiro como perdido. O japonês que dirigia o carro do GLOBO, o fotógrafo Suzuki Kantaro, se espantou e avisou:

- Vamos voltar e a carteira estará lá. Não existe outra possibilidade.

Voltamos. E a carteira estava lá. Havia sido achada e entregue, intacta, para os funcionários da escola transformada em abrigo, um lugar onde as pessoas já não têm quase nada, mas davam mais uma tremenda lição de dignidade e correção.



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Antonio Carlos T Lima - Uma única palavra para resumir a história da carteira perdida:
BUSHIDO. (Continua)

Pinheiro - ManausRealmente e uma educação e costume muito diferente do ocidental, quem sabe um dia seremos assim, torço para caminharmos para esse sentido do Caminho, pessoas corretas existem, poucas mas existem.

(Continua)

Midori - yamanashiTomara que essas noticias sirvam para abrir os olhos do pessoal! (Continua)



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